E Dani fez 60 anos
Enfim chegou esse dia.
Acho que a Dani começou a planejar com mais de um ano de antecedência. Conheceu a vinícula em um passeio, se encantou e decidiu. Nem sei se ela conseguia imaginar que seria tão legal.
Para mim, a festa começou no dia 6 de janeiro quando fomos com eles até a vinícula fazer a degustação de tudo que seria servido e também, os vinhos. Passamos uns dois dias em Lisboa e um dos passeio foi a ida até a Fita Preta. O lugar era lindo e tinha o cenário perfeito para uma festa no auge do verão europeu.
Fomos recebidos pela Maria e, em seguida, nos sentamos em uma mesa que estava lindamente preparada no mesmo local onde fica a loja dos vinhos. Começaram com as entradas frias e depois as quentes. Delícia! O ponto alto foi a massa filo recheada com queijo cabra, mel e nozes. Gostei tanto que passei a fazer na minha casa. Na sequência, vieram os pratos principais. Primeiro uma sopa fria bem típica da região: o gaspacho à alentejano. Para o nosso paladar brasileiro, parecia o tradicional molho à campanha servido nas churrascarias. Estava saboroso mas, estranho. Sugerimos então, que, no dia da festa, fosse liquidificado (decisão acertada). Depois, provamos o bacalhau com couve, broa e batatinhas e estava muito bom. O outro prato, foi a bochecha de porco. Um prato pouco conhecido pelos cariocas mas, muito tradicional no Alentejo. Também gostamos muito.
Claro que nem preciso detalhar, mas também degustamos um vinho a cada passo. Perfeito! Para completar, mousse de chocolate e toucinho do céu. Ou seja, um clásscio conhecido por todos e um docinho típico da região para todos conhecerem.
A ideia de uma miniatura do bolo foi genial. Aprovadíssimo também. Saimos de lá com a sensação de que a festa seria o maior sucesso. Para os convidados só restava esperar. Para Dani, restavam ainda milhares de coisas a fazer. E a dúvida, todos viriam? Um pouquinho longe essa festa.
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| Nossa degustação |
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| E, por um bom tempo, foi só um "save the date" |
O mês da festa chegou! Nós fomos para Montreal mas tudo já estava acertado para o retorno. Hotel reservado em Évora, chegada no Porto dia 1 de julho (com Rafa, Emilia e Tiago já nos esperando em casa) e mala pronta para a viagem no dia seguinte. Pegamos a estrada bem cedinho, no dia 2, porque às três horas tinha uma visita guiada à vinícula Cartuxa, como um evento "pré-festa".
Depois de uma parada a cada posto da estrada para carregar porque ainda era o carro com pouca autonomia, chegamos ao Hotel. E, para nossa alegria, Gabriel, Carol, Guilherme, Marlin, Rafael (Adriana) e a namorada Maria, também estavam hospedados no mesmo lugar. Dudu e Mari escaparam. Acho que não queriam a supervisão dos tios. 😅
Foi só o tempo de deixar as malas no quarto, fazer um lanche e seguir para a Cartuxa. Daí pra frente, foi só animação. Reencontros felizes já na recepção e depois seguimos para a visita. Ao final, uma mesa de degustação e momento de descontração e bate papo.
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| Na saída da cartuxa |
Évora estava com o forno ligado no máximo. Tudo bem que somos cariocas, mas o calor estava um exagero. A festa estava marcada para as 18 horas e o sol parecia que ainda estava bem no alto das nossas cabeças.
Hora de descrever o lugar. Eu já tinha ido em janeiro no friozinho português, só que no verão do Alentejo tudo fica diferente. Aquele céu azul com uma bola amarela vibrante fizeram o cenário perfeito para uma festa no fim da tarde. O lugar, que mais parecia um antigo convento, estava decorado com perfeição e os detalhes por todo lado.
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| Como diz Roberto Carlos..detalhes tãopequenos de nós dois |
Tem um ditado que diz que o melhor da festa é esperar por ela. Acho que aqui não se aplica porque esperar foi bom mas a festa...foi muito melhor. Clima de descontração total. Parecia aquelas festas italianas que a gente vê nos filmes. Gente bonita, com roupas elegantes e ao mesmo tempo bem casual, muita música boa pra dançar e até discurso emocionado. Tipicamente, festa no verão europeu. E a aniversariante dançou muito. Bem que ela avisou: vou dançar a noite toda, não me julguem!! Ninguém teve essa intenção mesmo... a gente só queria dançar junto. Ahhh e se abanar por causa do calor terrível. Acho que quando anoiteceu, o calor suavizou bem e apareceu até uma brisa suave.
Na hora do jantar, a comida estava deliciosa e a sobremesa mais ainda. Tudo perfeito e muito bem servido. Tiago se comportou tão bem e foi muito elogiado pela Terezinha por tomar a sopa sozinho. Um fofo!
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| Sim, eu sei comer sozinho :-) |
Depois que o grupo de pagode foi embora, entrou um DJ e colocou só música boa pra gente continuar dançando. Não sou velha mas sou obrigada a escrever "música da nossa época".
Fim de festa, bolo, docinho e despedida. E sobrou um gostinho de quero mais! Quero todos os anos, Dani! Se vira, junta dinheiro e repete!
Todas as fotos estão no álbum do google fotos "Dani 60 anos"














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